Gastos com manutenção de veículos crescem 310% em Santa Catarina, aponta MaxiFrota

Os gastos com manutenção de veículos cresceram 310% no primeiro semestre de 2026 em Santa Catarina, segundo levantamento da MaxiFrota. O avanço reforça o peso da manutenção no orçamento das empresas e a necessidade de planejamento preventivo para controlar custos e evitar interrupções nas operações.

De acordo com a empresa, o aumento do volume financeiro movimentado com serviços de manutenção ocorreu em meio a uma alta de 301,6% na frequência das transações e de 2,1% no valor médio por intervenção.

Frequência dos serviços impulsiona o aumento nos custos

A MaxiFrota informa que o crescimento das despesas está diretamente ligado ao aumento expressivo no número de intervenções. No período analisado, a quantidade de transações avançou 301,6%, enquanto o valor médio por serviço também subiu, embora em menor proporção.

Os dados reforçam a importância do acompanhamento contínuo dos veículos e das revisões preventivas, especialmente em operações que exigem manutenções frequentes. Segundo a empresa, a identificação antecipada das necessidades de manutenção ajuda a reduzir o risco de falhas mecânicas, evitar paradas inesperadas e dar mais previsibilidade aos custos operacionais.

MaxiFrota destaca gestão preventiva e controle por quilometragem

“As revisões preventivas seguem, em geral, dois critérios: tempo e quilometragem. A tecnologia da MaxiFrota proporciona uma gestão integrada de abastecimento e manutenção, utilizando a quilometragem registrada a cada abastecimento para acompanhar a utilização dos veículos e identificar a necessidade de revisões. Essa integração permite gerar chamados de manutenção preventiva para os clientes, simplificando o planejamento e antecipando intervenções antes que uma falha comprometa a operação. Essa integração facilita o planejamento das revisões, especialmente para empresas que não possuem equipes especializadas em manutenção, permitindo antecipar intervenções, reduzir o risco de falhas e evitar custos inesperados com reparos”, explica Paulo Guimarães, CEO da MaxiFrota.

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