Trecho de nova terceira faixa da BR-101 apresenta redução de 54% nos acidentes

Investimento da concessionária Arteris Litoral Sul traz melhoria da mobilidade e segurança viária na região

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Faixa BR-101
Foto: Divulgação/Arteris Litoral Sul
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Em dezembro de 2021, a concessionária Arteris Litoral Sul inaugurou um novo segmento de terceiras faixas na BR-101, entre Palhoça e São José. E o investimento na ordem de R$ 53 milhões em mais de 15 km de extensão já traz benefícios para os usuários da rodovia. Além da melhoria na fluidez do tráfego e a redução no tempo de viagem, as terceiras faixas já demonstram uma redução significativa nos acidentes na rodovia.

Do km 216 ao km 200, no período de dezembro a janeiro de 2021, se comparado ao ano anterior, o número de acidentes diminuiu 54%, passando de 100 ocorrências para 46 no período. O trecho ainda zerou o número de fatalidades, contra 3 óbitos em 2021.

A nova faixa favorece a segurança ao dar maior fluidez ao tráfego e evitar colisões traseiras. A redução do congestionamento e paradas repentinas evitou batidas entre os carros e reduziu a gravidade das ocorrências.

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“As obras estruturantes são fundamentais para a melhoria significativa dos números de segurança viária. A valorização da vida é um dos principais pilares da Arteris e está representando na entrega desta importante obra para a sociedade catarinense”, destaca César Sass, diretor de operações da Região Sul da Arteris.

A obra levou 10 meses para ser concluída, antes do prazo previsto incialmente pela concessionária. Cerca de 200 trabalhadores estiveram mobilizados no pico das obras, em atividades de pavimentação, sinalização, instalação de barreiras de proteção e readequação de 23 acessos para entrada e saída entre a rodovia e a via marginal. As alças foram projetadas para garantir a execução de manobras seguras de aceleração de desaceleração.

Para implantar a faixa adicional, também foi necessário realizar a reforma e ampliação de duas pontes ao longo desse segmento. As pontes sobre os rios Maruim e Passa Vinte foram construídas originalmente há mais de 50 anos e não possuíam largura compatível para três faixas. Em função disso, foram totalmente reestruturadas e ampliadas para nova configuração do fluxo na região.

“Seguimos esse trabalho, sempre propondo novas soluções e melhorias para fluidez e segurança viária”, conclui Sass.

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